O Érico, amigo do meu amigo, teve uma idéia espetacular no seu aniversário.
Ele é fotógrafo, mas decidiu que não queria fazer fotos naquele dia. Em vez disso, colocou sua câmera no banheiro. Nós escrevemos de batom, na parece: "Faça seu autoretrato. Aperte o botão e espere 10s".
E as pessoas, na intimidade do banheiro, ficaram bem mais à vontade que se tivessem que posar para as lentes no meio da festa.
Essas são as minhas:

Tem mais, de gente mais criativa e interessante, aqui.
4 de set. de 2008
No banheiro
Postado por Kel às 19:15
3 de set. de 2008
Do jeito que devia ser
É notícia velha. Mas divulgar coisa boa nunca é demais.
Quando você já trabalhou numa revista de celebridades no Brasil, você sabe que, infelizmente, nenhuma publicação do segmento no país tem coragem (ou cacife) pra ser tablóide. É uma babação de ovo 24/7. Caso contrário, a Globo corta o acesso às fotos de divulgação, as (pouquíssimas) celebridades nacionais não te olham mais na cara e a revista fica sem capa nem recheio.
Você acaba alimentando um câncer de tanto ver piadas prontas serem desperdiçadas, artistas de quinta usando a imprensa pra se promover, jornalistas se esforçando pra tirar algo que valha da boca de completos ignorantes (que não são todos, obviamente).
Por isso, dá um gostinho de vingança ler o Te Dou Um Dado. Todo mundo já conhece, mas tá cada dia melhor. Se você não conhece, é imperdível.
Postado por Kel às 18:47
2 de set. de 2008
Quando eu protejo de mim
Eu tive um amigo no colégio, um “melhor amigo”. A gente ria & chorava & conversava & se ajudava. Ele era bonito também, alto e de olhos azuis. Nós não ficamos. Nos beijamos uma vez, no carro, antes de eu entrar em casa. Só porque não dava mais para fugir. Cinco minutos depois, eu já de pijama, ele ligou. “O que a gente faz agora?”, perguntou. “Nada”, eu respondi. “A gente continua como estava”.
Nós perdemos, por isso, uns dois anos de namoro. Teríamos tido compromissos, mandado flores, sido felizes. E teríamos brigado, sentido ciúmes e nos separado. E eu o teria perdido. Não porque ele iria embora de mim (ele acabou indo de todo jeito, por causa da namorada louca que arranjou). Mas porque eu perderia esse sentimento bonito e especial que eu ainda tenho por ele. E que sei que ele ainda tem por mim.
Tem sido assim, depois dele, toda a minha (curta) vida. Tive alguns amigos que me quiseram. Não me tiveram. Todos os que eu gostava (gosto) demais, continuam lindos amigos, companheiros, às vezes já com suas mulheres. E muito mais importantes para mim que todos os homens pra quem eu fui mulher. São relações intesas e verdadeiras - nem só o sexo e amor entre casais é assim.
Não sei se é certo, mas é minha forma de proteger. Eu sei ser melhor amiga que namorada, dado atestado pelos meus longuíssimos namoros – um de 6 meses, outro de 1 ano. Não é fácil agir assim, mas eu não trocaria meus amigos nem por eles mesmos como amores. Acho que eles todos, hoje, me preferem assim também.
Já me criticaram por isso, com razão: há vezes em que eu deixo de viver algo bonito. Deixo de “investir” em pessoas que me amam. Seriam meus namoros mais longos e felizes se eu abrisse essas portas? Ou seriam meus amigos verdadeiros mais raros?
Postado por Kel às 14:58
1 de set. de 2008
Vontades de Amélie
Eu também quero roubar um gnomo e levá-lo pra viajar pelo mundo!




Postado por Kel às 12:45